“O passado é lição para se meditar, não para reproduzir.”

 

 

A frase de Mário de Andrade fala sobre a importância de se debruçar na tradição para, a partir disso, criar algo novo. A partir de agora, somos a Editora Nacional, com nova marca e identidade visual. Uma nova Nacional para novos tempos.

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“O passado é lição para se meditar, não para reproduzir.”

 

 

A frase de Mário de Andrade fala sobre a importância de se debruçar na tradição para, a partir disso, criar algo novo. A partir de agora, somos a Editora Nacional, com nova marca e identidade visual. Uma nova Nacional para novos tempos.

A Companhia Editora Nacional foi fundada em 1925 por Monteiro Lobato e Octalles Marcondes. O criador do icônico “Sítio do Pica Pau Amarelo”, além de autor também foi editor e tradutor, e responsável por variadas inovações na indústria do livro – desde a importação de novas tecnologias de impressão até uma revolução nas dinâmicas de distribuição.

Depois de 50 anos de um grande trabalho, a Companhia Editora Nacional foi adquirida pelo Grupo IBEP, que se transformou em uma das maiores companhias brasileiras do mercado do livro. 2020 foi o ano que marcou uma grande mudança na editora, que compreende uma reflexão sobre a nossa marca e a redefinição das nossas propostas de valor.

A Editora Nacional completará seu centenário em 2025 e estamos planejando comemorá-lo em uma fase completamente nova, em termos de branding e também de estruturação de catálogo. Para isso, redesenhamos por completo a nossa identidade visual e definimos novas linhas editoriais, que contam com títulos de ficção e não ficção mais comerciais e, ao mesmo tempo, contribuem para a discussão de temas relevantes como o racismo, a identidade de gênero, a sustentabilidade, a política e os conflitos geracionais, entre tantos outros.

A Companhia Editora Nacional foi fundada em 1925 por Monteiro Lobato e Octalles Marcondes. O criador do icônico “Sítio do Pica Pau Amarelo”, além de autor também foi editor e tradutor, e responsável por variadas inovações na indústria do livro – desde a importação de novas tecnologias de impressão até uma revolução nas dinâmicas de distribuição.

Depois de 50 anos de um grande trabalho, a Companhia Editora Nacional foi adquirida pelo Grupo IBEP, que se transformou em uma das maiores companhias brasileiras do mercado do livro. 2020 foi o ano que marcou uma grande mudança na editora, que compreende uma reflexão sobre a nossa marca e a redefinição das nossas propostas de valor.

A Editora Nacional completará seu centenário em 2025 e estamos planejando comemorá-lo em uma fase completamente nova, em termos de branding e também de estruturação de catálogo. Para isso, redesenhamos por completo a nossa identidade visual e definimos novas linhas editoriais, que contam com títulos de ficção e não ficção mais comerciais e, ao mesmo tempo, contribuem para a discussão de temas relevantes como o racismo, a identidade de gênero, a sustentabilidade, a política e os conflitos geracionais, entre tantos outros.

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